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Saturday, January 16, 2010

Donativos para o Haiti


Algumas instituições credíveis a quem podemos fazer pequenos ou grandes donativos especificamente para as Campanhas de Emergência de Ajuda ao Haiti.


AMI
Contribua para esta missão:
NIB: 0007 001 500 400 000 00672
IBAN: PT 50 0007 001 500 400 000 00672
Multibanco:
Entidade: 20909
Referência: 909 909 909
em Pagamento de Serviços
CÁRITAS
Cáritas Ajuda Haiti
NIB: 0035 0697 0063 0007 53053
http://www.caritas.pt/noticia.asp?caritaid=1&noticiaid=2927

CRUZ VERMELHA
Nas caixas multibanco ou por netbanking, optando por “pagamento de serviços” e marcando Entidade: 20999
Referência: 999 999 999.
UNICEF
A UNICEF Portugal lançou um apelo de recolha de fundos para a ajuda humanitária para as crianças e suas famílias afectadas pelo sismo no Haiti.
Os donativos podem ser efectuados:
Nas Caixas Multibanco:
Menu: "Transferências",
Seleccionar: "Ser Solidário",
Optar por "UNICEF"(Para obter o comprovativo do donativo, válido para efeitos fiscais, seleccionar a opção "Factura" e introduzir o Número de Contribuinte).
Por Cheque endereçado aoComité Português para a UNICEF
Av. António Augusto de Aguiar, 56 - 3º Esq. 1069-115 Lisboa
Por depósito ou transferência bancária para a Conta na Caixa Geral de Depósitos:
NIB: 0035 0097 000 1996 1303 1

Sunday, December 7, 2008

Acção Popular de Natal “ Estende a Tua Mão”




Meus queridos Amigos,


O frio já se faz sentir em todo o país e todas os dias, em especial à noite, penso em todas as pessoas que dormem nas ruas. Naquelas que têm como camas caixas de cartão ou bancos de jardim e que quando o frio se faz sentir mais, são autorizadas a pernoitar nas estações subterrâneas do Metro.

Isto em Lisboa. É aqui que eu tenho presenciado estes cenários.

E de manhã quando os trabalhadores de Lisboa, começam a chegar das zonas residenciais, os Sem Abrigo, a são "varridos", das Arcadas dos Edifícios . Pegam nos seus sacos de plástico onde guardam os seus únicos pertences e vão tentar a sorte noutro lugar.

Muitos deles são pessoas já de idade avançada e não são saudáveis.

Quem são estas pessoas?

http://dn.sapo.pt/2005/10/30/sociedade/reportagem_noite_os_semabrigo.html

http://diario.iol.pt/sociedade/frio-lisboa-sem-abrigo-pobreza-desalojados-portugal-diario/1017934-4071.html

http://www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p211p215p340p281&l=1


São os excluídos, os marginalizados pela nossa sociedade.

São portugueses que por inúmeras razões têm problemas de socialização, que perderam a capacidade de cuidar de si próprios, Muitos são alcoólicos ou tóxico-dependentes, doentes mentais, ou com desequilíbrios psicológicos graves.

Existem os delinquentes, que não conseguem mudar de vida. E outros.

E temos ainda os estrangeiros, que vieram ilegalmente para o país tentar uma vida melhor, mas que encontram inúmeros obstáculos e acabam sem saída. Alguns sem dinheiro para pagar o bilhete de viagem de regresso ao seu país.

Felizmente, existem organizações empenhadas e voluntários que de forma nobre e altruísta dedicam parte do seu tempo a estas pessoas.

Mas, infelizmente o que está a ser feito, não é suficiente.

Este é um cenário que se perpetua no tempo.

Existe uma grande faixa da população que vive abaixo do limiar da pobreza.

Não são toupeiras que vivem debaixo da terra. Eles estão à vista de quem os quer ver. Nem é necessário visitar os bairros de lata que existem a paredes meias com algumas zonas de Lisboa.

Em Lisboa eles circulam pela cidade e são visíveis, na Baixa junto aos ministérios e aos locais frequentados pelos nossos governantes e pela alta finança.

Mas, em Portugal, ao contrário do que se passa em França os nossos governantes preocupam-se em usar o dinheiro dos contribuintes para salvar bancos falidos por má gestão, cuja responsabilidade nunca será apurada.

Para combater a pobreza não existe dinheiro. Esta é sempre uma questão adiada.

E o tempo passa. Chegou o frio e há pessoas na rua.

E muitas outras que vivem em barracos onde chove.

Como é possível viver com alegria o Natal, se há pessoas que não têm o que comer nem onde dormir?

Existe um conceito restrito de família, baseado nos laços de sangue ou parentesco.

Mas existe para mim, e felizmente para muitos outros, um conceito mais abrangente.

Existe uma Família, universal, global.

"Os Filhos dos homens são um só, e eu sou uno com todos eles".

É certo que muitas pessoas são responsáveis pela vida que levam. Todos nós construímos o nosso presente.

Mas isso não nos exclui. Cada um de nós compõe a sociedade. Cada um individualmente é co-responsável por muitas coisas que se passam à sua volta.

Quando não agimos, quando baixamos os braços e permitimos que os governantes actuem sem serem responsabilizados pelos erros que cometem.

Atenção, que nada é garantido. A vida é constante mutação. Qualquer um de nós pode vir a passar por grandes necessidades. Basta haver um tremor de terra e o nosso mundozinho, pode ruir.

Quem sabe um dia seremos nós a pedir auxílio?

Será que se passa mais um natal e a questão dos sem abrigo, se repete no próximo ano?

Ou será que este mês algo muda?

Será que este ano estendemos a mão ao mais necessitado?



Deixo este apelo:

Se todas as famílias, que ainda estão em condições de auxiliar, prescindirem da companhia de um membro da sua família, para vir apoiar esta causa, na noite de Natal, não havia pessoas a dormir na rua, nem com fome.

Já existem instituições a trabalhar nesse sentido, era possível unir esforços e ampliar em escala o número de voluntários.

Se as instituições particulares de solidariedade social, trabalhassem em equipa, seria possível retirar das ruas toda a população Sem Abrigo, na noite de 24 de Dezembro.

Faço também apelo, aos que podem dar apoio médico a essa população na noite de 24, pois há pessoas doentes que necessitam de cuidados especiais.

Podem dizer que é utópico.

Não, se existir uma vontade e uma motivação de coração aberto.

Pode ser simbólico, por ser uma noite. Mas, essas pessoas iriam sentir-se acarinhadas uma vez.

E tenho fé, que seria possível encontrar uma solução provisória para manter essas pessoas debaixo de um tecto, enquanto não fossem encontradas soluções adequadas.

Este espírito de iniciativa, iria dar à nossa sociedade maior confiança no futuro. Iríamos mostrar à classe governativa que não estamos adormecidos e que vamos exigir dela uma tomada de posição rápida para resolver questões urgentes.

Está nas nossas mãos mudar o presente e construir um futuro melhor.

Não podemos acabar com fome e os sem abrigo no mundo, mas podemos fazê-lo em Portugal.

É possível agir em todo o país, na nossa cidade ou localidade e não somente na capital.

Há pessoas que estão ao alcance da nossa mão.

Não continuemos a virar a cara aos que nos estendem a sua em pedido de ajuda.



Estou a contactar instituições para que haja um esforço de união e de acção concertada.

Esta é a Acção Popular de Natal " Estende a Tua Mão".

Agradeço que façam chegar esta mensagem a instituições ou pessoas individuais de boa vontade, que estejam em posição de apoiar esta causa.

Todo o apoio é bem vindo, seja ele logístico, colchões de ginástica, alimentos, mantas, roupas, medicamentos, etc.

Cada um pode marcar a diferença.



"Uma paz duradoura não poderá ser alcançada até que grandes faixas da população encontrem maneiras de erradicar a pobreza. O desenvolvimento a partir das bases também serve para fazer avançar a democracia e os direitos humanos."
Muhammad Yunus, Nobel da Paz



"Pense globalmente, actue localmente"
"Sê a mudança que queres ver no mundo"
Mahatma ghandi



" Sei que o meu trabalho é uma gota no oceano.
Mas sem ele o oceano seria menor…"
Madre Teresa de Calcutá



Conto contigo. Junta-te a nós.

Eu estou ao alcance da Tua Mão.

Como te posso ajudar?


Com carinho e gratidão
Ana Lúcia

analuciapatricio@gmail.com

Wednesday, October 8, 2008

Ami - Reutilização de consumíveis informáticos e de telemóveis


AMI apela à reutilização de consumíveis informáticos e de telemóveis
A reutilização destes equipamentos permite poupar matérias-primas e energia, ao mesmo tempo que reduz o volume de resíduos produzido

A actual produção de resíduos e o consumo de matérias-primas e de energia não são comportáveis com as capacidades do planeta para os regenerar, e este problema torna-se ainda mais insustentável à medida que novos países se juntam ao grupo dos industrializados e consumistas, como é o caso actual da China e da Índia.
A solução para este problema pode passar por acções tão simples como reencher os seus tinteiros e toners vazios ou como enviar o seu telemóvel velho para países menos desenvolvidos, onde este será reutilizado.
A AMI desenvolveu um projecto que serve de exemplo àquilo que pode ser feito. O encaminhamento de 440 mil consumíveis informáticos e telemóveis para reutilização permitiu angariar 220 mil euros, mostrando assim que este problema pode ao mesmo tempo ser uma oportunidade. Estes fundos foram utilizados no financiamento das Equipas de Rua da AMI, que prestam apoio social e psicológico aos sem-abrigo com o objectivo de melhorar a sua qualidade de vida.
Para além de 6.000 empresas que participam neste projecto através dos seus escritórios, vários estabelecimentos e juntas de freguesia já se disponibilizaram para ajudar a AMI na recolha dos equipamentos:


Para saber como reutilizar os seus consumíveis informáticos e telemóveis, contacte: reciclagem@ami.org.pt.

Fundação AMI
Rua José do Patrocínio, 49 | 1949-008 Lisboa | Tel. 218 362 100 | Fax 218 362 199
E-Mail: reciclagem@ami.org.pt | Internet: www.ami.org.pt

Sunday, August 17, 2008

Reciclagem de óleo alimentar - AMI


Talvez não saiba, mas o óleo alimentar que já não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Em vez de o deitar fora, entregue-o nos restaurantes aderentes para que este seja recolhido. Além de diminuir a poluição do planeta, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Dê, vai ver que não dói nada.

Para participar neste projecto da AMI:

- Junte o óleo alimentar que usa na sua cozinha numa garrafa de plástico e entregue-a quando estiver cheia num dos restaurantes aderentes. Os restaurantes estão identificados e a lista completa está disponível em www.ami.org.pt;

- Afixe cartazes no comércio da sua localidade e distribua folhetos nas caixas de correio. Solicite materiais, enviando um e-mail para reciclagem@ami.org.pt;

- Divulgue esta informação no seu site ou blog;

Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A partir de dia 15 de Julho, a AMI lança ao público este projecto que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.

A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.

Os cidadãos que queiram entregar os óleos alimentares usados, poderão fazê-lo a partir de agora. Para tal, poderão fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes, que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada no site www.ami.org.pt.

Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.

Este novo projecto ambiental da AMI permitirá evitar a contaminação das águas residuais, que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, e a deposição do óleo em aterro. Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE). Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.

São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. Este valor corresponde ao gasóleo produzido com 60 milhões de litros de petróleo, ou seja, o equivalente a cerca de 0,5% do total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população.

Segundo a União Europeia, o futuro do sector energético deverá passar pela redução de 20% das emissões de GEE até 2020, assim como por uma meta de 20% para a utilização de energias renováveis. Refere ainda uma aposta clara na utilização dos biocombustíveis, que deverão representar no mínimo 10% dos combustíveis utilizados.

A UE determina ainda que os Estados-Membros deverão assegurar a incorporação de 5,75% de biocombustíveis em toda a gasolina e gasóleo utilizados nos transportes até final de 2010 e o Governo anunciou, em Janeiro de 2007, uma meta de 10% de incorporação de biocombustíveis na gasolina e gasóleo, para 2010.

As receitas angariadas pela AMI com a valorização dos óleos alimentares usados serão aplicadas no financiamento das Equipas de Rua que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.


Fundação AMI
Rua José do Patrocínio, 49 | 1949-008 Lisboa | Tel. 218 362 100 | Fax
218 362 199
E-Mail: reciclagem@ami.org.pt
Internet: www.ami.org.pt