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Monday, August 8, 2011

Plastic to Oil Fantastic OW2.0



A CAPACIDADE DO SER HUMANO É INFINITA !!!
Olhem esses japoneses!
Incrível!!!


Pelo inusitado da notícia - que não foi divulgada por nenhum grande meio de comunicação, dada a importância da mesma no contexto atual.
Vejam o filme, vale a pena.
Sendo o plástico, derivado de petróleo, agora podemos inverter!
Uma máquina para processar plástico, podendo ser separado em gasolina, óleo diesel ou querosene.
Os sacos plásticos do supermercado vão valer ouro...
Plástico regressa ao petróleo de onde veio.
Tenho certeza que todos irão achar isto fascinante!!!
Trata-se de um engenho e perseverança japonesa.
Ainda bem que há sempre alguém que consegue inventar algo que ajuda a reparar o que estragamos...
O som é todo em japonês. Basta assistir lendo as legendas em inglês. Mesmo para quem não entende japonês ou inglês, vale a pena assistir.
Que grande descoberta!

http://www.youtube.com/watch?v=R-Lg_kvLaAM&feature=player_embedded


http://ourworld.unu.edu/en/plastic-to-oil-fantastic/

Saturday, June 26, 2010

Sete - O número da felicidade, do amor e do sucesso


Jacqueline Leo
Sete
Desenvolvimento Pessoal

O número da felicidade, do amor e do sucesso
Livro
O que há de tão especial no número sete, que nos tem cativado tanto?
Por que são sete os pecados mortais?
Sete os dias da semana?
Sete as maravilhas do mundo, sete as cores do espectro, sete as idades do ser humano?
Porque conseguimos guardar na nossa memória sete números ou palavras relacionadas com o nosso trabalho – mas não mais do que isso?
Neste seu livro, Jacqueline Leo explora tudo sobre este número misterioso, mágico, útil e divertido.
Muito bem concebido, este livro está cheio de revelações que levarão o leitor a encetar conversas e debates interessantes acerca das mesmas durante anos. Este livro provoca, esclarece – e é divertido.



Autora
Jacqueline Leo, uma verdadeira guru dos media, tem desempenhado vários altos cargos no mundo televisivo e editorial. Fundou e lançou a revista Child em 1986 e foi chefe de redacção da revista Family Circle; mais tarde foi directora do grupo editorial de revistas femininas do New York Times, onde lançou a revista Fitness. Foi produtora sénior e directora editorial de Good Morning America, directora editorial de Consumer Reports e vice-presidente e chefe de redacção da Reader’s Digest. Actualmente é directora de operações digitais da Fundação Peter G. Peterson e vive em Nova Iorque.

Thursday, June 17, 2010

Inversão dos Pólos nos Jornais Ingleses

Guinada magnética ''move'' o Pólo Norte

Buracos no campo magnético do planeta sugerem que os pólos podem ''trocar'' de lugar

Jonathan Leake - The Sunday Times


LONDRES - O Pólo Norte está de mudança. Cientistas encontraram grandes buracos no campo magnético da Terra, sugerindo que os Pólos Norte e Sul estão se preparando para trocar de posição, numa guinada magnética.

Um período de caos poderia ser iminente, no qual as bússolas não mais apontariam para o Norte, animais migratórios tomariam o rumo errado e satélites seriam queimados pela radiação solar.

Os buracos estão sobre o sul do Atlântico e do Ártico. As mudanças foram divulgadas depois da análise de dados detalhados do satélite dinamarquês Orsted, cujos resultados foram comparados com dados colectados antes por outros satélites.

A velocidade da mudança surpreendeu os cientistas. Nils Olsen, do Centro para a Ciência Planetária da Dinamarca, um dos vários institutos que analisam os dados, afirmou que o núcleo da Terra parece estar passando por mudanças dramáticas.

''Esta poderia ser a situação na qual o geodínamo da Terra opera antes de se reverter'', diz o pesquisador.


O geodínamo é o processo pelo qual o campo magnético é produzido: por correntes de ferro derretido fluindo em torno de um núcleo sólido. Às vezes, turbilhões gigantes formam-se no metal líquido, com o poder de mudar ou mesmo reverter os campos magnéticos acima deles.

A equipe de Olson acredita que turbilhões se formaram sob o Pólo Norte e o sul do Atlântico. Se eles se tornarem fortes o bastante, poderão reverter todas as outras correntes, levando os pólos Norte e Sul a trocar seus lugares.

Andy Jackson, especialista em geomagnetismo da Universidade de Leeds, Inglaterra, disse que a mudança está atrasada: ''Tais guinadas normalmente acontecem a cada 500 mil anos, mas já se passaram 750 mil desde a última.''

Impacto


A mudança poderia afectar tanto os seres humanos quanto a vida selvagem. A magnetosfera fornece protecção vital contra a radiação solar abrasadora, que de outro modo esterilizaria a Terra.

A magnetosfera é a extensão do campo magnético do planeta no espaço. Ela forma uma espécie de bolha magnética protectora, que protege a Terra das partículas e radiação trazidas pelo ''vento solar''.

O campo magnético provavelmente não desapareceria de uma vez, mas ele poderia enfraquecer enquanto os pólos trocam de posições.
A onda de radiação resultante poderia causar câncer, reduzir as colheitas e confundir animais migratórios, das baleias aos pingüins. Muitas aves e animais marinhos se guiam pelo campo magnético da Terra para viajar de um lugar para outro. A navegação por bússola se tornaria muito difícil. E os satélites - ferramentas alternativas de navegação e vitais para as redes de comunicação - seriam rapidamente danificados pela radiação.

O ponto zero e a mudança das eras do calendário Maia



Profecias ancestrais e diversas tradições indígenas anteviram o fenómeno. Mas agora para surpresa de muita gente, é a própria ciência que começa a reconhecer importantes mudanças no campo magnético e na frequência vibratória da Terra.

O ápice do processo, que segundo alguns especialistas, deverá ocorrer em alguns anos provavelmente provocará a inversão do sentido da rotação do nosso planeta e também a inversão dos pólos magnéticos.

O texto que o Guia Lótus agora veicula é baseado nas informações que enfoca o trabalho do geólogo norte-americano Greg Braden, maior estudioso do fenômeno.

Braden trabalha a partir da interface ciência-esoterismo e é autor do livro "Awakening to Zero Point " (Despertando para o Ponto Zero - ainda não traduzido para o português) e de um vídeo de quatro horas sobre o fenômeno e suas possíveis conseqüências para a humanidade.

Greg Braden está constantemente viajando pelos Estados Unidos e marcando presença na mídia demonstrando com provas científicas que a Terra vem passando pelo Cinturão de Fótons e que há uma desaceleração na rotação do planeta. Ao mesmo tempo, ocorre um aumento na freqüência ressonante da Terra (a chamada Ressonância de Schumann).

Quando a Terra perder por completo a sua rotação e a frequência ressonante alcançar o índice de 13 ciclos, nós estaremos no que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético.

A Terra ficará parada e, após dois ou três dias, recomeçará a girar só que na direcção oposta. Isto produzirá uma total reversão nos campos magnéticos terrestres.

Frequência de base crescente


A frequência de base da Terra, ou ''pulsação'' (chamada Ressonância de Schumann, ou RS), está aumentando drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas, durante décadas a média foi de 7 e 8 ciclos por segundo. Esta medida já foi considerada uma constante; comunicações globais militares foram desenvolvidas a partir do valor desta freqüência. Recentes relatórios estabeleceram a taxa num índice superior a 11 ciclos.

A ciência não sabe porque isso acontece - nem o que fazer com essa situação. Greg Baden encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e russos sobre o assunto - que, por sinal, não é amplamente tratado nos Estados Unidos.

A única referência à RS encontrada na Biblioteca de Seattle está relacionada à meteorologia: a ciência reconhece a RS como um sensível indicador de variações de temperatura e condições amplas de clima.

Braden acredita que a RS flutuante pode ser fator importante no desencadeamento das severas tempestades e enchentes dos últimos anos.
Campo magnético decrescente

Enquanto a taxa de ''pulsação'' está crescendo, seu campo de força magnético está declinando. De acordo com professor Banerjee, da Universidade do Novo México - EUA, o campo reduziu sua intensidade à metade, nos últimos quatro (4) mil anos. E como um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo polar é a redução deste campo de força, ele acredita que outra inversão deve estar acontecendo.

Braden afirma, em função disso, que os registros geológicos da Terra que indicam inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas ocorridas anteriormente. E, considerando a enorme escala de tempo representada por todo o processo, devem ter ocorrido muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta.

Impacto sobre o Planeta


Greg Braden costuma afirmar que estas informações não devem ser usadas com o objectivo de amedrontar as pessoas.
Ele acredita que devemos estar preparados para as mudanças planetárias, que irão introduzir uma Nova Era de Luz para a humanidade: iremos além do dinheiro e do tempo, com os conceitos baseados no medo sendo totalmente dissolvidos.

Braden lembra que o Ponto Zero ou a Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há milhares de anos. Têm acontecido ao longo da história do planeta muitas transformações geológicas importantes, incluindo aquelas que ocorrem a cada treze (13) mil anos, precisamente na metade dos vinte e seis (26) mil anos de Precessão dos Equinócios.

O Ponto Zero ou uma inversão dos pólos magnéticos provavelmente acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente sincronizar-se com o biorritmo de quatro (4) ciclos da Terra, que ocorre a cada vinte (20) anos, sempre no dia 12 de Agosto. A última ocorrência foi em 2003.

Afirma-se que depois do Ponto Zero o sol nascerá no oeste e se porá no leste. Ocorrências passadas, deste mesmo tipo de mudança, foram encontradas em registros ancestrais.
- - - - -

Os reflexos na vida humana
Greg Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade de regular o sistema imunológico e a percepção do tempo. Tudo isso pode envolver sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sonhos intensos.

Ele associa uma série de conceitos de ordem esotéricos aos processos geológicos e cosmológicos relacionados ao Ponto Zero. Para Braden, cada ser humano está vivendo um intenso processo de iniciação.

O tempo parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto Zero, em função do aumento da freqüência vibratória do planeta: 16 horas agora equivaleriam a um dia inteiro, ou seja, 24 horas.

Durante o fenómeno da mudança, aponta ele, a maior parte de tecnologia que conhecemos deverá parar de operar. Possíveis exceções poderiam ser em aparelhos com tecnologia baseada no ''Ponto Zero'' ou Energia Livre.

A inversão causada pelo Ponto Zero provavelmente nos introduzirá à Quarta Dimensão, diz o geólogo, então tudo que pensarmos ou desejarmos vai se manifestar instantaneamente. Isto inclui amor e medo. Daí que a intenção passará a representar um papel de suma importância na vida humana. Um novo DNA

Para Braden, o nosso corpo físico vem mudando à medida que nos aproximamos do Ponto Zero. Nosso DNA estaria sendo ampliado para doze (12) fitas em sua hélice, ao mesmo tempo em que um novo corpo de luz começaria a ser criado. Em conseqüência: nos tornaríamos mais intuitivos e com maiores habilidades curativas.

Ele afirma também que todas as doenças dos anos 90, incluindo a AIDS, desaparecerão.

Nossos olhos ficariam como os do gato, para se ajustarem à nova atmosfera e nível de luz. E todas as crianças nascidas depois de 1998 provavelmente terão capacidades telepáticas.

O Calendário Maia destaca Braden, predisse todas as mudanças que estão ocorrendo agora. Os seus textos afirmam que estamos indo além da tecnologia e voltando aos ciclos naturais: os da Terra e os do Universo.

Por volta de 2012 estaríamos então entrado na Quinta Dimensão (depois do salto para a Quarta Dimensão, que deverá ocorrer no próprio Ponto Zero). O que é Ressonância Schumann

Acredite ou não, a Terra comporta-se como um enorme circuito elétrico. É verdade que a atmosfera é um condutor bastante fraco e se, não houvessem fontes de carga, toda a carga elétrica terrestre se disseminaria em cerca de dez (10 )minutos.

Existe uma ''cavidade'' definida pela superfície do planeta e o limite interior da ionosfera 55 km acima. Em qualquer momento dado, a carga presente nesta cavidade é de 500.000 C (Coulumbs). Existe uma corrente de fluxo entre o chão e a ionosfera de 1 a 3* 10- 12 A (Ampéres) por metro quadrado. A resistência da atmosfera é de 200 W (Ohms). O potencial de voltagem é de 200.000 V (Volts).

Aproximadamente 1.000 tempestades luminosas acontecem a todo o momento no mundo. Cada uma produz de 0,5 a 1 A (Ampére), e elas, juntas, contribuem para a medida total do fluxo da corrente na ''cavidade eletromagnética'' da Terra.


As Ressonâncias de Schumann são ondas eletromagnéticas quase estáticas que existem nesta cavidade. Como ondas de uma mola, elas não estão presentes o tempo inteiro, e sim têm de ser estimuladas para serem observadas. Elas não são causadas por nada que acontece no interior da Terra, sua crosta ou seu núcleo.

Parecem estar relacionadas à atividade elétrica na atmosfera, particularmente em períodos de intensa atividade luminosa. Elas ocorrem em diversas freqüências entre 6 e 50 ciclos p/s; especificamente 7, 8, 14, 20, 26, 33, 39 e 45 Hertz, com uma variação diária de cerca de 0,5 Hertz. Manchas solares

Enquanto as propriedades da cavidade eletromagnética da Terra permanecem as mesmas, estas freqüências também permanecem inalteradas. Presumivelmente, há uma mudança devida ao ciclo da mancha solar, já que a ionosfera da Terra responde ao ciclo de 11 anos de atividade solar.

Ressonâncias de Schumann são mais facilmente observadas entre 2.000 e 2200 UT. Tendo em vista que a atmosfera suporta uma carga, uma corrente e uma voltagem, não é surpreendente encontrar tais ondas eletromagnéticas.

As propriedades ressonantes desta cavidade terrestre foram previstas inicialmente pelo físico alemão W. Schumann entre 1952 e 1957, e detectadas pela primeira vez por Schumann e Konig em 1954.

A primeira representação espectral desse fenômeno foi preparada por Balser e Wagner em 1960. Muito da pesquisa, nos últimos 20 anos, foi conduzida pela Marinha norte-americana, que investiga freqüências extremamente baixas de comunicação com submarinos.

Quem deseja mais informações técnicas, pode buscar o Handbook of Atmospheric Electrodynamies, vol, 1, de Hans Volland (CRC Press,1995). O capítulo 11 inteiro é sobre a Ressonância de Schumann, tendo sido escrito por Davis Campbel, do Instituto Geofísico da Universidade do Alaska. ''Ao entardecer dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu está vermelho escuro. Hipócritas! Sabeis portanto discernir os aspectos do céu, e não podeis reconhecer os Sinais dos Tempos?''MATEUS - XVI, 2,24.

De autor incógnito escrito em 82, mas mostra o perfil atual do humanidade. Observa-se, por toda a face da Terra, significativos sinais de uma grande mudança!

Toda a humanidade se encontra num estado de ''tensão'' e ''expectativa''. Expectativa de quê? ninguém sabe ao certo, mas é um fato e ela existe, como bem o demonstra a insegurança pública.
Os mais céticos, afirmam ser devido à contingente situação atual da sociedade mundial. Alguns sociólogos afirmam ser devido às armas nucleares, ao chamado ''equilíbrio do terror'', cujo arsenal nuclear é suficiente para destruir todo o planeta mais de uma centena de vezes.
Já os ocultistas afirmam que estes ''sintomas planetários sociais'' são o ''Inconsciente Coletivo'' prognosticando uma terrível e implacável seleção ou separação do trigo do joio, proveniente de um grande ''Julgamento Cíclico''.

Em verdade, contudo, podemos apenas afirmar que: ''Os tempos esperados já chegaram'' e que pouco importa se os homens estejam ou não conscientes disto.

Ademais, o real conhecimento da Causa que tanta repercussão vem fazendo refletir na insegura humanidade, pertence somente àqueles que se fizeram dignos de tais revelações.

Já um certo discípulo teve ocasião de dizer: ''Quatro círculos concêntricos se apresentam atualmente para definirem a evolução espiritual dos seres que habitam a face da Terra: o 1º, ou externo, é formado pelos ''irremediavelmente perdidos'' ou seja, aqueles que se defrontaram com o dantesco portal onde se lê ainda as seguintes palavras: LASCIATE OGNI SPERANZA, O VOI CH'ENTRATE. Sim, para estes, foram perdidas todas as esperanças;

O 2º, ''dos ''prováveis'', ou aqueles que lutam como: RARINANTES IN GURGITE VASTO (raros náufragos nadando num vasto abismo), para se salvarem da grande tribulação do presente ciclo, que a tudo e a todos ameaça destruir;

O 3º círculo, é formado pelos já redimidos ou salvos, ou seja, aqueles que passaram por todas as provas dolorosas da vida e delas saíram vitoriosos;

Finalmente, o 4º grupo, formado pelos guias ou instrutores da humanidade. Os que se acham ocultos no interior do templo dedicado ao culto de Melkitsedek, e que outro não é senão o da Universidade Eucarística, o GRAAL de todos os Graals, sintetizados na Fraternidade Universal da Humanidade.

Estes últimos seres a que se refere a citação acima, muito bem sabem o que há de suceder num futuro próximo e muito mais. Sabem ainda a razão porque a divindade manifestar-se-á como a ''Face Rigorosa'' (em lugar da amorosa) do Eterno e Soberano Senhor dos Universos.

De qualquer forma, para os cegos de espírito, que obstinadamente negam este futuro óbvio, eis os conselhos do sábio Sacerdote Atlante RA-UM. ''Quando a estrela BAAL caiu no lugar, onde hoje só existe mar e céu, os dez países, com suas Portas de Ouro e Templos Transparentes, tremeram e estremeceram como se fossem as folhas de uma árvore sacudida pela tormenta.

Eis que uma nuvem de fogo e fumaça se elevou dos palácios. Os gritos de horror lançados pela multidão enchiam o ar. Todos buscavam refúgio nos templos, nas cidades, e o sábio UM apresentando-se, lhes falou: ''Não vos predisse eu todas essas coisas?'' Os homens e mulheres cobertos de custosas vestes e pedras preciosas clamavam: ''UM, salva-nos!'' Ao que replicou UM: ''Morrereis com vossos escravos, vossas riquezas, e de vossas cinzas surgirão outros povos. Se eles, porém, vos imitarem, esquecendo-se de que devem ser superiores, não pelo que adquirirem, mas pelo que oferecerem, a mesma sorte lhes caberá. O mais que posso fazer é justamente morrer convosco. Não tiveste dignidade para viver tenham pelo menos dignidade para morrer''.

As chamas e o fumo afogaram as últimas palavras de UM que, de braços abertos para o ocidente desapareceu nas profundezas do oceano com 64 milhões de habitantes do imenso continente.

O parágrafo abaixo se refere a dados, a mim enviado, relativos à última anotação sobre a freqüência de Schumann (09.03.2002): Com relação a aceleração da freqüência planetária tivemos a felicidade de saber que ela acelerou mais um pouco no último sábado (passou de 28 para 27 ciclos e quanto mais baixa menor o tempo e mais facilidade de contato com os seres).

Assim nosso tempo, que até 1971 correspondia a 24 horas, atualmente está em menos de 12 horas por dia..

Obs: A sensação psico-mental é de que 12 h é equivalente a 24h. Daí muitos dizerem ''O tempo está passando mais rápido, não sobra tempo para nada.

Sunday, May 9, 2010

Visita do Papa Bento XVI a Lisboa

NÚCLEO DE IMPRENSA E RELAÇÕES PÚBLICAS
COMANDO METROPOLITANO DA POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA
TEL: 21 765 42 42
FAX: 21 765 43 42
Cortes e condicionamento de trânsito

Wednesday, March 31, 2010

Artigo de Clara Ferreira Alves, no Expresso

POR CLARA FERREIRA ALVES)


Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido.
Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.
Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado.
Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira?
O que lhe aconteceu?
E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo?
Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão?
Foram destruídas?
Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência?
Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade.
Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa

Clara Ferreira Alves - "Expresso"

Saturday, February 6, 2010

Simplesmente espectacular! "Proibido " não ver

Esta demonstração - da pesquisadora Pattie Maes do MediaLabs do MIT(Massachussets Institute of Technology), coordenado por Pranav Mistry(indiano pra variar...) - foi um destaque no TED....
É um dispositivoque se veste, com um projector que abre caminho para uma profunda interacção com o meio à sua volta. Imaginem "Minority Report", e entãoalgo mais...

Para quem não sabe, esse é um dos maiores, se não o maior dos Institutos de pesquisa científica do mundo) e apresenta o "SextoSentido", um dispositivo tecnológico de vestuário que pode (com oscondicionantes que referi atrás) vir a mudar nossa vida no futuro...

As imagens que serão mostradas podem parecer estranhas no começo.
Mas insiste e começarás a entender a nova invenção que está sendo apresentada.
Então, ao veres as suas aplicações diárias, começas a deixar o espanto tomar conta de ti.
Se desejares, basta escolheres legendas em Português, logo abaixo da tela de vídeo.

Prepara-te para ver o futuro...

Pattie Maes and Pranav Mistry demo SixthSense Video on TED.com

Friday, December 11, 2009

Barack Obama recebe o Prémio Nobel da Paz


http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091210_obamadiscursonobelfn.shtml

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, defendeu "uma guerra justa" pela paz nesta quinta-feira, ao receber o Prémio Nobel da Paz em Oslo, na Noruega.
No seu discurso, o presidente americano afirmou que "não traz uma solução definitiva para os problemas da guerra" e citou outros ganhadores do prémio.

"O que sei é que, para responder a estes desafios, precisaremos da mesma visão, trabalho duro e persistência daqueles homens e mulheres que agiram de forma tão ousada há décadas", disse Obama. "E será necessário que pensemos de uma nova maneira a respeito da ideia de guerra justa e os imperativos de uma paz justa."
"Devemos começar reconhecendo a dura verdade de que não vamos erradicar os conflitos violentos durante nossas vidas. Haverá ocasiões em que nações - agindo individualmente ou juntas - vão achar que o uso da força é não apenas necessário como também moralmente justificável", acrescentou.



Gandhi e King
Citando Martin Luther King, Obama afirmou ser a "testemunha viva da força moral da não violência". "Sei que não há nada de fraqueza, passividade, ingenuidade, nas crenças e nas vidas de Gandhi e King", disse o presidente americano.
"Mas, como chefe de Estado que se comprometeu em proteger e defender a minha nação, não posso ser guiado apenas pelos exemplos deles. Encaro o mundo como ele é e não posso perder tempo frente às ameaças ao povo americano."

Obama chegou a dizer que outros mereciam o Nobel mais do que ele
"Não se enganem: o mal existe no mundo. Um movimento de não violência não poderia ter parado os Exércitos de Hitler. Negociações não podem convencer os líderes da Al-Qaeda a depor as suas armas. Afirmar que a força é necessária em algumas ocasiões não é um chamado para o cinismo, é um reconhecimento da história, das imperfeições do homem e dos limites da razão."
"Levanto este ponto pois, em muitos países, existe uma profunda ambivalência a respeito da acção militar actualmente, não importa a causa. Em alguns momentos, a isso se junta uma suspeita reflexiva em relação aos Estados Unidos, a única superpotência militar do mundo."

No seu discurso de aceitação do prémio, Obama reconheceu também que a questão mais profunda que cerca a polémica entrega do prémio é o facto de ele ser o "comandante de uma nação em meio a duas guerras", referindo-se aos conflitos no Iraque e no Afeganistão.
"Estamos em guerra e sou responsável pelo envio de milhares de jovens americanos para lutar numa terra distante. Alguns vão matar. Alguns serão mortos. Então, venho aqui com a consciência do custo de um conflito armado - cheio de questões difíceis sobre a relação entre guerra e paz, e nosso esforço para substituir uma pela outra", afirmou.
Na semana passada, Obama anunciou o envio de mais 30 mil soldados para o Afeganistão.



Força necessária
Durante o discurso, o presidente americano também afirmou também que "os instrumentos de guerra têm um papel na preservação da paz".
"Mas esta verdade precisa coexistir com outra: que, não importa o quanto seja justificada, a guerra promete a tragédia humana
", acrescentou.
"A coragem do soldado, e o sacrifício, é cheio de glória, expressa devoção ao país, a uma causa e aos companheiros nas armas. Mas a guerra em si nunca é gloriosa, e nunca devemos proclamá-la como tal."


Barack Obama compareceu à cerimónia com a primeira-dama, Michelle Obama
Para o presidente americano, parte do desafio é conciliar estas duas "verdades irreconciliáveis".
"Quando a força é necessária, temos interesse moral e estratégico em obedecer certas regras de conduta", completou Obama. "E mesmo enquanto enfrentamos um adversário cruel que não obedece a nenhuma regra, acredito que os Estados Unidos da América devem continuar como um exemplo na condução da guerra."



Exemplos
No seu discurso de aceitação do prémio, Obama também citou outros exemplos, incluindo a líder oposicionista pró-democracia birmanesa Aung San Suu Kyi e os manifestantes de oposição que tomaram as ruas do Irão depois da reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad em Junho.
"Prestaremos o nosso testemunho à dignidade calma de reformistas como Aung San Suu Kyi; à coragem dos zimbabuanos que votaram no meio a espancamentos, às centenas de milhares que marcharam silenciosamente pelas ruas do Irão", afirmou.
"Isso mostra que os líderes destes governos temem as aspirações do seu próprio povo mais do que o poder de qualquer outra nação. E é responsabilidade de todas as pessoas livres e nações livres deixar claro para estes movimentos que a esperança e a história está do lado deles."

Numa entrevista colectiva antes da entrega do prémio, Obama afirmou que outras pessoas merecem mais o Nobel da Paz do que ele e que a notícia do prémio foi uma "surpresa".
O presidente americano foi agraciado com o prémio em Outubro, pelos seus "esforços extraordinários para reforçar a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos", segundo os organizadores da premiação.
Mas a decisão chegou a ser bastante criticada por analistas e outros líderes mundiais, que disseram ser inapropriado dar o prémio ao chefe de uma nação que está envolvida em duas guerras, no Iraque e no Afeganistão.



Fonte:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/12/091210_obamadiscursonobelfn.shtml

Sunday, November 29, 2009

"EU CONHEÇO UM PAÍS..."

Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar"




  • Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE.

  • Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.

  • Eu conheço um país que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.

  • Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.

  • Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.

  • Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistemabiométrico de pagamento nas bombas de gasolina.

  • Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gás muito leve que já ganhou prémios internacionais.

  • Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.

  • Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.

  • Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento.

  • Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os toda a EU.

  • Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.

  • Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.

  • Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.

  • Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.

  • Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.

  • Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhore vinhos espanhóis.

  • Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.

  • Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um pelo Mundo.


O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive...
PORTUGAL


Mas é verdade.

Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.


Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Out Systems, WeDo, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo.


Há ainda grandes empresas multinacionais instalada no País, mas dirigidas por portugueses, com técnicos portugueses, de reconhecido sucesso junto das casas mãe,como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal e a Mc Donalds (que desenvolveu e aperfeiçoou em Portugal um sistema que permite quantificar as refeições e tipo que são vendidas em cada e todos os estabelecimentos da cadeia em todo o mundo ) .


É este o País de sucesso em que também vivemos, estatisticamente sempre na cauda da Europa, com péssimos índices na educação, e gravíssimos problemas no ambiente e na saúde... do que se atrasou em relação à média UE...etc.
Mas só falamos do País que está mal, daquele que não acompanhou o progresso.
É tempo de mostrarmos ao mundo os nossos sucessos e nos orgulharmos disso.


Acabou o artigo.

Porque é que esses técnicos e gestores tão bons não estão no governo?

Saturday, November 7, 2009

Venda de Natal da AJUDA DE MÃE - 04 Novembro a 18 Dezembro

Este Natal será diferente…
E, mais uma vez, se irá realizar a VENDA DE NATAL da AJUDA DE MÃE:
de 04 Novembro a 18 Dezembro das 10h às 19h, na Rua Tomás da Anunciação, n.º 85 A, em Campo de Ourique (em frente à livraria Bulhosa).

Venda de Natal
Na Venda de Natal da Ajuda de Mãe encontra presentes fantásticos a preços incríveis: peças de artesanato de alguns artesãos convidados, peças de marca Bordalo Pinheiro e muitas outras surpresas!
Seja solidário e proporcione um Natal diferente às mães da Ajuda de Mãe!
Boas compras!
Agradecemos também que divulgue por todos os seus contactos.
Obrigada.

Ajuda de Mãe 760 50 10 10
Rua Arco do Carvalhão, Nº 2821
350-026 Lisboa
Tlf: +351 21 3827850
Fax: + 351 21 3827859
URL: http://www.ajudademae.com/

Wednesday, September 16, 2009

Obama e o futuro do seu país e jovens!

Publicado em 09 de Setembro de 2009

O presidente falou aos alunos da América


"Sei que para muitos de vocês hoje é o primeiro dia de aulas, e para os que entraram para o jardim infantil, para a escola primária ou secundária, é o primeiro dia numa nova escola, por isso é compreensível que estejam um pouco nervosos. Também deve haver alguns alunos mais velhos, contentes por saberem que já só lhes falta um ano. Mas, estejam em que ano estiverem, muitos devem ter pena por as férias de Verão terem acabado e já não poderem ficar até mais tarde na cama.

Também conheço essa sensação. Quando era miúdo, a minha família viveu alguns anos na Indonésia e a minha mãe não tinha dinheiro para me mandar para a escola onde andavam os outros miúdos americanos. Foi por isso que ela decidiu dar-me ela própria umas lições extras, segunda a sexta-feira, às 4h30 da manhã.

A ideia de me levantar àquela hora não me agradava por aí além. Adormeci muitas vezes sentado à mesa da cozinha. Mas quando eu me queixava a minha mãe respondia-me: "Olha que isto para mim também não é pêra doce, meu malandro..."

Tenho consciência de que alguns de vocês ainda estão a adaptar-se ao regresso às aulas, mas hoje estou aqui porque tenho um assunto importante a discutir convosco. Quero falar convosco da vossa educação e daquilo que se espera de vocês neste novo ano escolar.

Já fiz muitos discursos sobre educação, e falei muito de responsabilidade. Falei da responsabilidade dos vossos professores de vos motivarem, de vos fazerem ter vontade de aprender. Falei da responsabilidade dos vossos pais de vos manterem no bom caminho, de se assegurarem de que vocês fazem os trabalhos de casa e não passam o dia à frente da televisão ou a jogar com a Xbox. Falei da responsabilidade do vosso governo de estabelecer padrões elevados, de apoiar os professores e os directores das escolas e de melhorar as que não estão a funcionar bem e onde os alunos não têm as oportunidades que merecem.

No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.

E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.

Todos vocês são bons em alguma coisa. Não há nenhum que não tenha alguma coisa a dar. E é a vocês que cabe descobrir do que se trata. É essa oportunidade que a educação vos proporciona.

Talvez tenham a capacidade de ser bons escritores - suficientemente bons para escreverem livros ou artigos para jornais -, mas se não fizerem o trabalho de Inglês podem nunca vir a sabê-lo. Talvez sejam pessoas inovadoras ou inventores - quem sabe capazes de criar o próximo iPhone ou um novo medicamento ou vacina -, mas se não fizerem o projecto de Ciências podem não vir a percebê-lo. Talvez possam vir a ser mayors ou senadores, ou juízes do Supremo Tribunal, mas se não participarem nos debates dos clubes da vossa escola podem nunca vir a sabê-lo.

No entanto, escolham o que escolherem fazer com a vossa vida, garanto-vos que não será possível a não ser que estudem. Querem ser médicos, professores ou polícias? Querem ser enfermeiros, arquitectos, advogados ou militares? Para qualquer dessas carreiras é preciso ter estudos. Não podem deixar a escola e esperar arranjar um bom emprego. Têm de trabalhar, estudar, aprender para isso.

E não é só para as vossas vidas e para o vosso futuro que isto é importante. O que vocês fizerem com os vossos estudos vai decidir nada mais nada menos que o futuro do nosso país. Aquilo que aprenderem na escola agora vai decidir se enquanto país estaremos à altura dos desafios do futuro.

Vão precisar dos conhecimentos e das competências que se aprendem e desenvolvem nas ciências e na matemática para curar doenças como o cancro e a sida e para desenvolver novas tecnologias energéticas que protejam o ambiente. Vão precisar da penetração e do sentido crítico que se desenvolvem na história e nas ciências sociais para que deixe de haver pobres e sem-abrigo, para combater o crime e a discriminação e para tornar o nosso país mais justo e mais livre. Vão precisar da criatividade e do engenho que se desenvolvem em todas as disciplinas para criar novas empresas que criem novos empregos e desenvolvam a economia.

Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem - se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.

Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.

Mas tive sorte. Tive muitas segundas oportunidades e consegui ir para a faculdade, estudar Direito e realizar os meus sonhos. A minha mulher, a nossa primeira-dama, Michelle Obama, tem uma história parecida com a minha. Nem o pai nem a mãe dela estudaram e não eram ricos. No entanto, trabalharam muito, e ela própria trabalhou muito para poder frequentar as melhores escolas do nosso país.

Alguns de vocês podem não ter tido estas oportunidades. Talvez não haja nas vossas vidas adultos capazes de vos dar o apoio de que precisam. Quem sabe se não há alguém desempregado e o dinheiro não chega. Pode ser que vivam num bairro pouco seguro ou os vossos amigos queiram levar-vos a fazer coisas que vocês sabem que não estão bem.

Apesar de tudo isso, as circunstâncias da vossa vida - o vosso aspecto, o sítio onde nasceram, o dinheiro que têm, os problemas da vossa família - não são desculpa para não fazerem os vossos trabalhos nem para se portarem mal. Não são desculpa para responderem mal aos vossos professores, para faltarem às aulas ou para desistirem de estudar. Não são desculpa para não estudarem.

A vossa vida actual não vai determinar forçosamente aquilo que vão ser no futuro. Ninguém escreve o vosso destino por vocês. Aqui, nos Estados Unidos, somos nós que decidimos o nosso destino. Somos nós que fazemos o nosso futuro.

E é isso que os jovens como vocês fazem todos os dias em todo o país. Jovens como Jazmin Perez, de Roma, no Texas. Quando a Jazmin foi para a escola não falava inglês. Na terra dela não havia praticamente ninguém que tivesse andado na faculdade, e o mesmo acontecia com os pais dela. No entanto, ela estudou muito, teve boas notas, ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Brown, e actualmente está a estudar Saúde Pública.

Estou a pensar ainda em Andoni Schultz, de Los Altos, na Califórnia, que aos três anos descobriu que tinha um tumor cerebral. Teve de fazer imensos tratamentos e operações, uma delas que lhe afectou a memória, e por isso teve de estudar muito mais - centenas de horas a mais - que os outros. No entanto, nunca perdeu nenhum ano e agora entrou na faculdade.

E também há o caso da Shantell Steve, da minha cidade, Chicago, no Illinois. Embora tenha saltado de família adoptiva para família adoptiva nos bairros mais degradados, conseguiu arranjar emprego num centro de saúde, organizou um programa para afastar os jovens dos gangues e está prestes a acabar a escola secundária com notas excelentes e a entrar para a faculdade.

A Jazmin, o Andoni e a Shantell não são diferentes de vocês. Enfrentaram dificuldades como as vossas. Mas não desistiram. Decidiram assumir a responsabilidade pelos seus estudos e esforçaram-se por alcançar objectivos. E eu espero que vocês façam o mesmo.

É por isso que hoje me dirijo a cada um de vocês para que estabeleça os seus próprios objectivos para os seus estudos, e para que faça tudo o que for preciso para os alcançar. O vosso objectivo pode ser apenas fazer os trabalhos de casa, prestar atenção às aulas ou ler todos os dias algumas páginas de um livro. Também podem decidir participar numa actividade extracurricular, ou fazer trabalho voluntário na vossa comunidade. Talvez decidam defender miúdos que são vítimas de discriminação, por serem quem são ou pelo seu aspecto, por acreditarem, como eu acredito, que todas as crianças merecem um ambiente seguro em que possam estudar. Ou pode ser que decidam cuidar de vocês mesmos para aprenderem melhor. E é nesse sentido que espero que lavem muitas vezes as mãos e que não vão às aulas se estiverem doentes, para evitarmos que haja muitas pessoas a apanhar gripe neste Outono e neste Inverno.

Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar - que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira.

No entanto, isso pouco importa. Algumas das pessoas mais bem-sucedidas do mundo são as que sofreram mais fracassos. O primeiro livro do Harry Potter, de J. K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos ao longo da sua carreira. No entanto, uma vez disse: "Falhei muitas e muitas vezes na minha vida. E foi por isso que fui bem-sucedido."

Estas pessoas alcançaram os seus objectivos porque perceberam que não podemos deixar que os nossos fracassos nos definam - temos de permitir que eles nos ensinem as suas lições. Temos de deixar que nos mostrem o que devemos fazer de maneira diferente quando voltamos a tentar. Não é por nos metermos num sarilho que somos desordeiros. Isso só quer dizer que temos de fazer um esforço maior por nos comportarmos bem. Não é por termos uma má nota que somos estúpidos. Essa nota só quer dizer que temos de estudar mais.

Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho. Não entramos para a primeira equipa da universidade a primeira vez que praticamos um desporto. Não acertamos em todas as notas a primeira vez que cantamos uma canção. Temos de praticar. O mesmo acontece com o trabalho da escola. É possível que tenham de fazer um problema de Matemática várias vezes até acertarem, ou de ler muitas vezes um texto até o perceberem, ou de fazer um esquema várias vezes antes de poderem entregá-lo.

Não tenham medo de fazer perguntas. Não tenham medo de pedir ajuda quando precisarem. Eu todos os dias o faço. Pedir ajuda não é um sinal de fraqueza, é um sinal de força. Mostra que temos coragem de admitir que não sabemos e de aprender coisas novas. Procurem um adulto em quem confiem - um pai, um avô ou um professor ou treinador - e peçam-lhe que vos ajude.

E mesmo quando estiverem em dificuldades, mesmo quando se sentirem desencorajados e vos parecer que as outras pessoas vos abandonaram - nunca desistam de vocês mesmos. Quando desistirem de vocês mesmos é do vosso país que estão a desistir.

A história da América não é a história dos que desistiram quando as coisas se tornaram difíceis. É a das pessoas que continuaram, que insistiram, que se esforçaram mais, que amavam demasiado o seu país para não darem o seu melhor.

É a história dos estudantes que há 250 anos estavam onde vocês estão agora e fizeram uma revolução e fundaram este país. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 75 anos e ultrapassaram uma depressão e ganharam uma guerra mundial, lutaram pelos direitos civis e puseram um homem na Lua. É a dos estudantes que estavam onde vocês estão há 20 anos e fundaram a Google, o Twitter e o Facebook e mudaram a maneira como comunicamos uns com os outros.

Por isso hoje quero perguntar-vos qual é o contributo que pretendem fazer. Quais são os problemas que tencionam resolver? Que descobertas pretendem fazer? Quando daqui a 20 ou a 50 ou a 100 anos um presidente vier aqui falar, que vai dizer que vocês fizeram pelo vosso país?

As vossas famílias, os vossos professores e eu estamos a fazer tudo o que podemos para assegurar que vocês têm a educação de que precisam para responder a estas perguntas. Estou a trabalhar duramente para equipar as vossas salas de aulas e pagar os vossos livros, o vosso equipamento e os computadores de que vocês precisam para estudar. E por isso espero que trabalhem a sério este ano, que se esforcem o mais possível em tudo o que fizerem. Espero grandes coisas de todos vocês. Não nos desapontem. Não desapontem as vossas famílias e o vosso país. Façam-nos sentir orgulho em vocês.
Tenho a certeza que são capazes. "

Thursday, August 20, 2009

Um Amor Louco

Quando a conheci tinha eu 16 anos.
Fomos apresentados numa festa, por um “gajo" que se dizia meu amigo.

Foi amor à primeira vista. Ela enlouquecia-me …
O nosso amor chegou a um ponto, que já não conseguia viver sem ela.

Mas era um amor proibido.
Os meus pais não a aceitavam.

Fui repreendido na escola e passamos a encontrar-nos às escondidas.
Mas não aguentava mais, estava louco.

Eu queria-a, mas não a tinha.
Eu não podia permitir que me separassem dela. Eu amava-a: bati com o carro, parti quase tudo o que tinha em casa e quase matei a minha irmã. Estava louco, precisava dela.

Hoje tenho 45 anos; estou internado num hospital, sou inútil e vou morrer abandonado pelos meus pais, amigos e por ela.


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Droga nas famílias

Este tema é de extrema delicadeza e sensibilidade.
O que é ter uma pessoa dependente de qualquer tipo de droga na família?
Só quem passa ou já passou por isso, é que tem exactamente a dimensão do que isso representa.
As noites sem dormir, esperando que essa pessoa chegue a casa. A expectativa de como virá ou se virá. Será que vem embirrar com todos? Será que vai bater em alguém? Será que…………...?
Os roubos na família (e não só), os maus-tratos verbais e físicos que geralmente acompanham essas fases em que o nosso marido, o nosso filho, o nosso ente querido, não está consciente do que faz, mas é, isso sim, o resultado do que está a tomar.
São tantas as possibilidades que se torna impossível descrevê-las.
Claro que, todos sabemos que, quem bebe é porque quer, quem toma outro tipo de drogas é porque quer, mas a realidade é que depois de algum tempo, isso passa a ser uma doença e como tal tem de ser tratada.
Não nos iludamos no entanto, porque só se consegue tratar, quem quer ser tratado. Só se consegue ajudar, quem quer ser ajudado.
Lá diz o ditado: Não ajudes quem precisa, mas sim quem quer ajuda.
E é verdade. Pensar o contrário é tentar lutar contra a maré.
Até que eles sintam essa necessidade, tentar ajudar as famílias atingidas por esse grande drama, é a nossa finalidade. Existem meios para informar e ajudar a superar melhor essa situação.
Entretanto, vamos dar a conhecer a experiência pessoal de cada um, a fim de conseguirmos dar força uns aos outros, porque unindo forças, a meta será mais fácil de atingir.
Aguardamos a vossa colaboração.


Entretanto, recebam um abraço amigo com muito carinho.
Contactem: rotasdapaz@gmail.com



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ÁLCOOL

O Álcool é um depressor do sistema nervoso central.
O seu consumo excessivo pode provocar alterações na fala e na visão, desinibição, euforia, alterações no equilíbrio, na coordenação motora e aumento da agressividade.
O consumo de álcool pode levar a comportamentos sexuais de risco já que diminui a preocupação do uso de preservativo (provoca comportamentos desinibidos).
Os efeitos produzidos, aumentam a probabilidade de ocorrência de um acidente vascular (circulação sanguínea).
A sua combinação com outras drogas é perigosa, dado que os efeitos se tornam imprevisíveis


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O jovem e a droga

O jovem, desprovido de maturidade emocional, vivendo a complexidade da vida humana, o medo de enfrentar dificuldades, as frustrações e as modas, é um forte candidato à utilização das drogas.
Os jovens poderão recorrer às drogas para:

  • reduzir a tensão emocional - ansiedade;

  • remover o aborrecimento;

  • alterar o humor;

  • facilitar o encontro de amigos;

  • resolver problemas;

  • seguir colegas;

  • estar na moda;

  • expandir a consciência - transcender;

  • buscar o auto-conhecimento;

  • atingir o prazer imediato; etc.

O jovem utilizador de drogas tem dificuldade de formar um "eu" adulto e tem uma sensação de estar incompleto, e, aí a droga age como um cimento nas fendas da parede que completa o seu "eu" – fase intermédia que o pode diferenciar do toxicómano. A droga aparece para preencher o vazio.
O início do uso de drogas é uma lua de mel. Os pais ficam longos anos desconhecendo que o filho as utiliza. Depois da lua-de-mel vem o desconforto de estar sem o produto, aumenta a "tolerância" (necessidade de mais doses para o mesmo efeito) e a "dependência" (dificuldade de controlar o consumo).
Geralmente, encontramos jovens que usam drogas legais e ilegais nos espectáculos e em festas, mas que não se consideram dependentes delas. "Brincam com fogo" e desprezam toda a informação científica que alerta para os perigos da "tolerância" e da "dependência".
A experiência internacional, divulgada por vários estudos efectuados por especialistas, constata a existência de alguns factores que, juntos, favorecem o desenvolvimento da "toxicomania" ou "dependência química": o jovem e a sua personalidade e o momento em que ele se encontra no seio da família e da sociedade.
O que leva o jovem a fazer uso de droga é a busca do prazer, da alegria e da emoção. No entanto, este prazer é solitário, restrito ao próprio corpo, cujo preço é a autodestruição. Tudo isto fá-lo esquecer a vida real e afundar-se num mar de sonhos e fantasias. O uso de drogas pode ser uma tentativa de amenizar sentimentos de solidão, de inadequação, baixa auto-estima ou falta de confiança, referem vários estudos internacionais.
Procura de afirmação
Além do prazer, a droga pode funcionar como uma forma de o adolescente se afirmar como igual dentro do seu grupo. Existem regras no grupo que são aceitas e valorizadas pelos membros, tais como: o uso de certas roupas, o corte de cabelo, a frequência de certos locais e… a utilização de drogas.
É no grupo que o jovem busca a sua identidade, faz a transição necessária para alcançar a sua individualização adulta. Porém, o jovem tem o livre-arbítrio na escolha dos companheiros. O tipo de grupo com o qual se identifica tem muito que ver com sua personalidade.
Outra motivação forte para o jovem buscar a droga é a transgressão. Transgredir é contestar, é ser contra a família, contra a sociedade e seus valores. Uma certa dose de transgressão na adolescência é até normal, mas quando ela exige o recurso às drogas, representa a desilusão e o desencanto.
Por vezes, os jovens utilizam determinadas droga para criticar a incoerência do mundo adulto que usa e abusa das drogas legais como o álcool, os cigarros e os medicamentos. Acreditam que os adultos deveriam ser um "porto seguro", um referencial da lei e dos limites. No entanto, muitos adultos não param para reflectir sobre os seus comportamentos.
O "poder juvenil" é uma característica da adolescência que faz com que o jovem acredite que nada lhe vai acontecer. Pode ter relações sexuais sem preservativo e não vai engravidar ou apanhar SIDA ou DST, pode usar drogas e não se tornará dependente.

Os adolescentes são muito influenciáveis pelas modas e pelas subculturas, são contestatários, sofrem conflitos entre a dependência e a independência, têm uma forte tendência grupal, um desprazer com a vida urbana feita de rotina e uma grande ausência de criatividade. Alguns adolescentes fazem mesmo a descoberta do valor da vida em confronto com a morte, através de desportos violentos e até das drogas.
Hoje, passada a época dos hippies, 30 anos depois, reconhecemos o grande equívoco dos anos 60 – todas as drogas causam dependência e uma "falsa" sensação de poder.
Segundo estudos divulgados em revistas médicas, o desejo de drogas é sempre a busca de algo mais e a sociedade actual tem pouco a oferecer para o jovem até que seja considerado adulto produtivo, a sua vida tem pouco significado e muitas vezes os seus modelos são os heróis intocáveis da televisão.


Os jovens precisam de responder à questão "Quem sou eu?"
É tão difícil para o jovem ser ele mesmo que acaba representando vários papéis, um em casa, outro com os colegas, outro na escola, esperando ser ouvido. Chegar aos 18 anos, não chega porque o momento em que a o aceitará e aprovará seus conceitos, pensamentos e criatividade ainda lhe parece estar muito longe.
Os pais não sabem o que fazer com a caótica energia do jovem e a escola muito menos. O jovem vive uma realidade tensa com as notas, provas, semestres... sem encontrar um sentido real para a sua força e valor. Esta separação emocional e intelectual é uma "provocação" podendo conduzir ao "aluno desistente". Desistir de estudar é sedutor, é uma defesa contra um mundo hostil. As drogas aliviam o desconforto social, funcionam como uma cortina de fumo para disfarçar a sensação de vazio.
O que acontece é que as drogas dão uma percepção de realidade passiva. Podem mesmo ser um caminho para a expansão da percepção consciente, porém é um caminho passivo, de fora para dentro, é artificial e causa dependência. A verdadeira dimensão do Homem não é passiva, exige vontade, práticas de respiração, meditação e recolhimento interior.
Quando os jovens encontram uma finalidade na vida, reconhecem a força do seu coração e da sua intuição, não sentem necessidade de recorrer às drogas como meio de fuga. Podem sentir a energia criativa que emanam.


Fonte: https://sites.google.com/site/rotasdapaz/dependencias

Wednesday, August 12, 2009

Dia da Juventude - 12 de Agosto


O Dia Internacional da Juventude foi criado há já 10 anos pelas Nações Unidas.

Este ano, para assinalar o acontecimento, os jovens entre os 12 e os 25 anos terão ofertas e descontos em variadíssimas áreas, como sendo espectáculos, transportes, actividades desportivas, museus, piscinas, acções de formação, entre outros.

A lista é vasta e pode ser consultada em:
http://www.juventude.gov.pt/


Saturday, August 8, 2009

Língua Portuguesa


A Língua Portuguesa agradece (e nossos ouvidos também!)

Mesmo que você saiba de todas essas formas correctas, passe adiante, pode ser útil para outras pessoas.

Nunca diga:
· Menas (sempre menos)
· Iorgute (iogurte)
· Mortandela (mortadela)
· Mendingo (mendigo)
· Trabisseiro (travesseiro) - essa é de doer, hein!
· Cardaço (cadarço)
· Asterístico (asterisco)
· Meia cansada (meio cansada)

E lembre-se:
· Mal – Bem
· Mau – Bom

· Trezentas gramas (a grama pode ser de um pasto). Se você quer falar de peso, então é O grama: trezentos gramas.
· Di menor, di maior (é simplesmente maior ou menor de idade).

· Beneficiente (beneficente - lembre-se de Beneficência Portuguesa)
· O certo é BASCULANTE e não VASCULHANTE, aquela janela do banheiro ou da cozinha.

· Se você estiver com muito calor, poderá dizer que está "suando" (com u) e não "soando", pois quem "soa" é sino!
· A casa é GEMINADA (do latim geminare = duplicar) e não GERMINADA que vem de germinar, nascer, brotar.

· O peixe tem ESPINHA (espinha dorsal) e não ESPINHO. Plantas têm espinhos.
· Homens dizem OBRIGADO e mulheres OBRIGADA.

· “FAZ dois anos que não o vejo” e não “FAZEM dois anos”
· "HAVIA muitas pessoas no local" e não "HAVIAM”

· "PODE HAVER problemas" e não "PODEM HAVER...." (os verbos fazer e haver são impessoais!)
· PROBLEMA e não POBLEMA ou POBREMA (deixe isso para o Zé Dirceu)

· A PARTIR e não À PARTIR
· O certo é HAJA VISTA (que se oferece à vista) e não HAJA VISTO.

· POR ISSO e não PORISSO (muito comum nas páginas de recado do orkut, junto com o AGENTE pode marcar algo... Se é um agente, ele pode ser secreto, aduaneiro, de viagens...) A GENTE = NÓS
· O certo é CUSPIR e não GOSPIR.

· HALL é RÓL não RAU, nem AU.
· Para EU fazer, para EU comprar, para EU comer e não para MIM fazer, para mim comprar ou para mim comer... (mim não conjuga verbo, apenas "eu, tu, eles, nós, vós, eles")

· Você pode ficar com dó (ou com um dó) de alguém, mas nunca com "uma dó"; a palavra dó no feminino é só a nota musical (do, ré, mi, etc.)
· As pronúncias: CD-ROM é igual a ROMA sem o A. Não é CD-RUM (nem CD-pinga, CD-vodka etc). ROM é abreviatura de Read Only Memory - memória apenas para leitura

E agora, o horror divulgado pelo pessoal do TELEMARKETING:
Não é:
· “Eu vou ESTAR mandando”
· “Vou ESTAR passando”
· “Vou ESTAR verificando”

E sim
· Eu vou MANDAR
· Vou PASSAR
· Vou VERIFICAR (muito mais simples, mais elegante e CORRECTO).

Da mesma forma é incorrecto perguntar:
· COM QUEM VOCÊ QUER ESTAR FALANDO?
· Veja como é o correcto e mais simples: COM QUEM VOCÊ QUER FALAR?
· Ao telefone não use: Quem gostaria? (É de matar...)
· Não use: peraí, aguenta aí, só um pouquinho (prefira: Aguarde um momento, por favor)

· Por último, e talvez a pior de todas: Por favor, arranquem os malditos SEJE e ESTEJE do seu vocabulário (estas palavras não existem!!)
· Não é elegante você tratar ao telefone, pessoas que não conhece, utilizando termos como: querido(a), meu filho(a), meu bem, amigo(a)... (a não ser que você esteja ironizando-a(o). Utilize o nome da pessoa ou senhor(a).

Agora, explicações de algumas expressões que usamos e nem sempre sabemos a sua origem:

NAS COXAS
As primeiras telhas do Brasil eram feitas de argila moldada nas coxas dos escravos. Como os escravos variavam de tamanho e porte físicos, as telhas ficavam desiguais. Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito.

VOTO DE MINERVA
Na Mitologia Grega, Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado de tê-la assassinado. No julgamento havia empate entre os jurados, cabendo à deusa Minerva, da Sabedoria, o voto decisivo. O réu foi absolvido, e Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.

CASA DA MÃE JOANA
Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro cuja proprietária se chamava Joana. Como, fora dali, esses homens mandavam e desmandavam no país, a expressão casa da mãe Joana ficou conhecida como sinónimo de lugar em que ninguém manda.

CONTO DO VIGÁRIO
Duas igrejas de Ouro Preto receberam, como presente, uma única imagem de determinada santa, e, para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários apelaram à decisão de um burrico. Colocaram-no entre as duas paróquias e esperaram o animalzinho caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E o burrico caminhou directo para uma delas... Só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burrico, e conto do vigário passou a ser sinónimo de falcatrua e malandragem.

A VER NAVIOS
Dom Sebastião, jovem e querido rei de Portugal (séc. XVI), desapareceu na batalha de Alcácer-Quibir, em Marrocos. Provavelmente morreu, mas o seu corpo nunca foi encontrado. Por isso o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca, e era comum que pessoas subirem ao Alto de Santa Catarina, em Lisboa, na esperança de ver o Rei regressando à Pátria. Como ele não regressou, o povo ficava a ver navios.

NÃO ENTENDO PATAVINAS
Os portugueses tinham enorme dificuldade em entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova. Daí que não entender patavina significa não entender nada.

DOURAR A PÍLULA
Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas amargas em papel dourado para melhorar o aspecto do remédio. A expressão dourar a pílula significa melhorar a aparência de algo ruim.

SEM EIRA NEM BEIRA
Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura.
Estar sem eira nem beira significa que a pessoa é pobre e não tem sustentáculo no raciocínio.

Passe aos seus amigos:
Se circula tanta bobagem pela Internet, porque não circular algo útil?

Tuesday, July 21, 2009

Reinventar a Energia


Fred Krupp e Miriam Horn

Reinventar a Energia

Estratégias para o futuro energético do planeta
Livro
As previsões são sombrias e o tempo está a esgotar-se, mas a história não acaba aqui.
Neste livro, Fred Krupp, presidente do Fundo de Defesa Ambiental, faz soar um estimulante apelo às armas: nós podemos solucionar o problema do aquecimento global.
E, ao fazê-lo, construiremos as novas indústrias, empregos e fortunas do século XXI.
Nestas páginas, o leitor vai encontrar os inovadores e os investidores que estão a reinventar a energia e as formas como a usamos.
Entre eles:
- um empresário que mantém o seu hotel de gelo ao longo de todo o Verão com a energia de nascentes de água quente;
- um engenheiro que alimenta algas vorazes com o fumo de chaminés de centrais a carvão e depois transforma-as em combustível;
- uma tribo de índios, pescadores durante dois mil anos nas mais agrestes águas do Pacífico, que agora usa a força das ondas como fonte de energia.
Estes empreendedores estão decididos a reconstruir o maior negócio do mundo e a salvar o Planeta
– se os líderes políticos do mundo lhes derem oportunidades justas de concorrência.
Autores
Fred Krupp, presidente do Fundo de Defesa Ambiental, é um pioneiro no emprego das forças de mercado para atingir objectivos ambientais ambiciosos.
Os seus êxitos vão do reforço da Lei do Ar Limpo à realização da maior compra empresarial da história, a do serviço de abastecimento de energia do Texas, TXU, por razões de acção ambiental. Aconselhou presidentes e fez parcerias com a DuPont, a FedEx, a GE, a McDonald's e a Wal-Mart. Vive com a mulher e os três filhos em Connecticut.
Miriam Horn, que faz hoje parte do staff do Fundo de Defesa Ambiental, trabalhou para os Serviços Florestais dos EUA e escreveu para numerosos jornais e revistas, incluindo a Vanity Fair e o New York Times. É autora de Rebels in White Gloves: Coming of Age with Hillary's Class – Wellesley '69. Vive em Nova Iorque com o marido e uma filha.
Comunicação e Imagem
Oficina do Livro/Casa das Letras/Estrela Polar/Sebenta/Academia do Livro/Quinta Essência
Rua Cidade de Córdova, nº2´2610-038 Alfragide
tel. 210 417 410 · fax: 214 717 737

Thursday, June 25, 2009

As Crianças Ìndigo 10 anos depois


Lee Carroll e Jan Tober
As Crianças Índigo – 10 Anos Depois
Comportamento
O que está a acontecer aos adolescentes Índigo?

Espertas, inteligentes, determinadas e activas, as Crianças Índigo foram encaradas como parte de uma revolução espiritual, as crianças de uma nova era de consciência e de desenvolvimento psíquico.
Dez anos depois, as Crianças Índigo são agora adolescentes, a terminar os estudos, a entrar no mundo do trabalho, e enfrentam um desafio totalmente novo: o de se adaptarem à vida adulta.
Há dez anos, Lee Carroll e Jan Tober escreveram um manual informativo e inspirador para todos os pais cujos filhos eram excepcionais, talentosos e frequentemente incompreendidos. Agora regressam ao tema das Crianças Índigo, mas desta vez acrescentam-lhe os testemunhos das experiências acumuladas de pais, professores, técnicos de saúde e empregadores de Índigos de todo o Mundo.
As reacções são intensas e por vezes surpreendentes; as Crianças Índigo são destemidas e livres, e embora algumas se tenham destacado pela sua excelência, outras estão a ter problemas.
Este livro explica o que pode estar a acontecer aos Índigos, por que motivo fazem o que fazem e como ajudá-los ao longo dos difíceis anos da adolescência – que são ainda piores quando se é um Índigo!
Autores
LEE CARROLL e JAN TOBER são os autores do bestseller As Crianças Índigo e orientadores dos seminários Kryon, trabalhando com a cor, som e espírito para fornecer aconselhamento e cura.
Os seus livros, CD e guias são conhecidos internacionalmente.
Viajam regularmente para todo o mundo, levando a milhares de pessoas a sua mensagem de esperança e saúde.
Vivem nos EUA.